Marcação a mercado: o que é, como funciona e vantagens

Marcação a mercado: o que é, como funciona e vantagens

O mercado financeiro está em constante aprimoramento para garantir mais transparência, eficiência e confiabilidade aos investidores. Nesse sentido, um dos mecanismos que ajudam a garantir essas características é a marcação a mercado.

Por meio dela, os seus investimentos têm valores atualizados diariamente. Com isso, essa marcação pode interferir nos resultados da sua carteira. Logo, ela exige atenção no momento de definir a sua estratégia de alocação.

Neste artigo, você aprenderá o que é e como funciona a marcação a mercado. Acompanhe a leitura!

O que é marcação a mercado?

A marcação a mercado (MaM) é um processo de precificação diária que se baseia na atualização de valores de determinados investimentos. Ela pode incidir sobre investimentos de renda fixa, de renda variável e também em fundos de investimentos.

O objetivo dessa atualização é trazer o preço de um investimento a valor presente. Assim, é possível saber o quanto vale determinado investimento a cada dia, de acordo com as condições do mercado e com outros critérios que possam ser considerados.

Vale notar que a marcação a mercado não depende do preço inicial do ativo — que pode variar para cima ou para baixo. Desse modo, a tendência é que o preço do ativo observado apresente um valor diferente a cada dia.

Qual o princípio da marcação a mercado?

Além de entender o que é a marcação a mercado, vale a pena saber qual é o objetivo que ela busca alcançar. Em relação a seu princípio, o mecanismo serve para demonstrar o preço de um investimento em determinado momento, de acordo com as condições consideradas.

Logo, a marcação a mercado indica o quanto você pode receber, caso decida resgatar um investimento antes do vencimento, por exemplo. Por meio dela, o preço dos valores mobiliários é atualizado conforme mudam as condições e as expectativas do mercado.

Como a marcação a mercado funciona?

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O próximo passo para compreender a marcação a mercado é saber como ela funciona e quais impactos esse mecanismo pode trazer aos seus investimentos. Para essa metodologia funcionar, há uma atribuição de preços diferentes aos ativos.

Os preços variam todos os dias e dependem de fatores como rentabilidade, liquidez, comportamento do mercado e expectativas para a economia. Logo, o mecanismo incide automaticamente para que a cotação dos investimentos reflita essas e outras características.

Em geral, a atualização de preço está ligada ao mercado secundário, onde ocorrem as negociações de títulos, ativos e cotas de veículos financeiros entre os investidores. Com isso, ao longo do período de investimento, é comum que ocorram altos e baixos em relação aos preços de negociação.

Convém notar também que esse funcionamento só irá gerar impacto financeiro na sua aplicação caso você decida resgatar antecipadamente. Se um investimento for de renda fixa e você levar o título até o prazo definido para ele, há o pagamento da rentabilidade acordada.

O que interfere na marcação a mercado?

Sabendo qual é o princípio da marcação a mercado e compreendendo que ela busca oferecer um preço justo para os investimentos, você está pronto para entender quais são os fatores que podem interferir nesse processo.

Afinal, é essencial considerar os elementos que podem fazer com que o preço se comporte para cima ou para baixo, em cada momento do mercado. A seguir, você saberá quais são os principais elementos e como eles podem interferir nos preços dos investimentos.

Confira!

Liquidez

A liquidez corresponde à rapidez ou facilidade com a qual é possível negociar um investimento, transformando-o em dinheiro. Sendo assim, os investimentos mais líquidos preveem negociações mais rápidas e oferecem mais dinamismo na venda.

É o que acontece, por exemplo, com os títulos públicos. Como o Tesouro Nacional garante a recompra das aplicações, elas apresentam liquidez diária. Por outro lado, imóveis têm baixa liquidez, pois a venda costuma demorar.

Determinados fundos de investimento também podem ter um prazo de cotização maior. Isso faz com que haja um período mais longo entre o resgate das cotas e o efetivo recebimento por parte dos investidores.

Em relação à marcação a mercado, a liquidez tende a interferir no uso de informações para definir o preço de cada investimento.

Nas opções mais líquidas, pode ocorrer de o preço no fim do dia ser utilizado para que ocorra a marcação. Enquanto isso, ativos menos líquidos podem fazer essa marcação com base em estimativas referentes ao preço.

Rentabilidade

O modelo de rentabilidade do investimento também pode determinar qual será o resultado da marcação a mercado. Isso é especialmente verdadeiro nos títulos de renda fixa, que podem apresentar retorno prefixado, pós-fixado ou híbrido.

No caso de uma rentabilidade pós-fixada, a precificação dos títulos acompanha o indicador de referência. Entre os principais estão a Selic e o Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Já os títulos com rentabilidade prefixada ou híbrida contam com uma taxa fixa como parte do rendimento. Em geral, essa taxa é definida pelo emissor conforme a Selic do período, de modo a tornar o investimento atraente.

Porém, é comum que as expectativas sobre a Selic mudem com o tempo, segundo o cenário econômico. Assim, embora a taxa prefixada do título não varie, a marcação a mercado oscila de acordo com a movimentação dessa taxa, de modo inversamente proporcional.

Se a taxa Selic aumenta, os títulos com um rendimento fixo já emitidos se tornam menos atraentes e passam a valer menos. Se a taxa Selic cai, por outro lado, os títulos disponíveis no mercado tendem a se valorizar. Você entenderá melhor esse aspecto mais adiante.

Oferta e procura

O comportamento do mercado financeiro também influencia os efeitos da marcação a mercado. Dependendo da relação entre oferta e procura, os investimentos passam a ter um preço maior ou menor ao longo do tempo.

Na negociação dos investimentos no mercado secundário, a marcação a mercado dará origem a uma valorização do ativo ou título quando houver maior demanda por ele. Já, se a oferta for maior que a procura, tende a haver desvalorização.

Além disso, vale notar que o comportamento dos investidores e especuladores pode ser influenciado por notícias ou perspectivas sobre o mercado, por exemplo.

Se houver uma entrada maior de investidores estrangeiros na economia, por exemplo, os investimentos podem ser marcados a mercado por um preço maior — graças ao aumento da procura. E o contrário também pode acontecer.

Ademais, o comportamento do mercado é levado ao extremo quando há o efeito manada. Esse é um movimento coletivo motivado pela euforia ou pelo pessimismo exagerados — gerando mais compras ou mais vendas que o normal.

Condições macroeconômicas

Além de influenciarem o comportamento dos investidores, as características da economia podem gerar efeitos diretos na marcação a mercado de ativos, títulos e instrumentos financeiros.

Quando a Selic apresenta um movimento de alta, por exemplo, a tendência é que os investimentos já emitidos que são influenciados por ela se tornem menos atraentes. Afinal, as novas opções tendem a ser mais vantajosas.

O mesmo pode acontecer se a inflação estiver elevada. Isso porque o Banco Central (Bacen) utiliza a Selic como um mecanismo da política monetária para controlar a alta dos preços. Com o aumento da Selic, há um desestímulo ao consumo — e isso pode ajudar a arrefecer a inflação.

Portanto, observar o cenário macroeconômico e a política de juros também permite entender quais podem ser os efeitos da marcação a mercado.

Quais investimentos têm interferência da marcação a mercado?

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Após descobrir quais são os principais elementos que influenciam a marcação a mercado, é importante conhecer os investimentos que podem ser afetados por ela. Assim, ao montar e executar sua estratégia, você saberá como esse mecanismo pode interferir nos seus resultados.

Confira a seguir!

Renda fixa

Como você viu, as aplicações financeiras de renda fixa estão entre os principais investimentos que sofrem a marcação a mercado. Na prática, os efeitos incidem sobre os títulos prefixados, pós-fixados e híbridos.

Porém, as aplicações pós-fixadas já acompanham um indicador de referência. Se ele for atualizado diariamente, o preço do título antecipado refletirá o desempenho acumulado — da mesma forma que o faria se fosse levado até o vencimento.

Assim, a principal influência da marcação a mercado é nos títulos prefixados e híbridos. Como eles têm uma taxa fixa definida pelas condições e expectativas do cenário, essa porção está muito mais sujeita a oscilação.

Isso acontece pelo impacto da expectativa da curva de juros. Ela representa as expectativas sobre as condições de mercado ao longo do tempo. Nesse contexto, prazos maiores tendem a elevar as incertezas e os riscos, o que pode se refletir em uma expectativa maior de retorno.

Ao mesmo tempo, vale notar que os efeitos da marcação a mercado só se concretizam na renda fixa se for feito o resgate antecipado dos títulos. Já se você levar um título prefixado ou pós-fixado até o vencimento, será possível receber conforme as condições definidas.

Entre os investimentos de renda fixa que podem ser afetados pela marcação a mercado, estão:

  • Títulos Públicos Federais
  • Certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) e do agronegócio (CRAs)
  • Debêntures

Fundos de investimento

Os fundos de investimento, seja de renda fixa ou variável, também são afetados pela marcação a mercado. Nesses veículos financeiros coletivos, o processo ocorre sobre os preços das cotas, se você quiser vendê-las ao fazer um resgate no fundo.

Para definir o preço das cotas, é considerado o último dia de cotização do resgate. Assim, o principal objetivo da marcação a mercado nos fundos é garantir que cada cotista tenha recebimentos proporcionais ao que foi investido na compra de cotas de participação.

O mecanismo se opõe ao que acontecia no passado, que era a marcação pela curva do papel. Nele, a entrada ou saída de um número maior de investidores impactava a precificação das cotas. Além disso, acontecia uma transferência de riqueza entre os cotistas, o que poderia prejudicar uma parte dos investidores.

Por determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), tornou-se obrigatória a divulgação diária dos preços das cotas dos fundos de investimento do mercado brasileiro. Assim, é possível acompanhar a evolução de quanto vale a sua participação no veículo.

Renda variável

Apesar de a marcação a mercado estar muito relacionada à renda fixa, ela também pode incidir sobre a renda variável. Antes de entender isso, entretanto, vale compreender como ocorre a variação de preços dos ativos dessa classe.

No contexto das ações da Bolsa de Valores, por exemplo, a relação entre compra e venda é determinante para definir os preços de negociação. Então, quanto maior for o interesse pela compra dos ativos, maior tende a ser o preço — e vice-versa.

Por isso, em princípio, a marcação a mercado tem pouca influência direta nas ações. Mas a variação dos preços desses e de outros ativos interfere no patrimônio dos fundos de renda variável e no preço das cotas deles.

Ademais, há uma relação indireta entre renda variável e renda fixa. Os efeitos da marcação a mercado podem atrair ou afastar investidores. Se os títulos prefixados estiverem marcados a mercado para baixo, é provável que haja a expectativa ou uma consolidação do aumento da Selic.

Sendo assim, a tendência é que os novos títulos de renda fixa se tornem mais atraentes, por serem mais rentáveis. Como consequência, a renda variável pode ser afetada, levando a uma queda nos preços dos ativos.

Quais as vantagens da marcação a mercado?

Considerando as características em relação ao seu funcionamento, é possível dizer que a marcação a mercado oferece algumas vantagens para os investidores. Com a atualização diária dos preços, os seus investimentos acompanham as expectativas e condições do mercado.

Assim, em um momento de queda da Selic, por exemplo, você tem a de chance lucrar vendendo os títulos que tem na carteira e até superar o rendimento acordado. No entanto, esse tipo de operação depende da sua tolerância ao risco e dos seus objetivos.

Outra vantagem da marcação a mercado é que ela aumenta a transparência e torna o ambiente de investimentos mais confiável. Na prática, essa dinâmica ajuda a evitar certas distorções sobre os preços dos investimentos.

Nos fundos de investimentos, a marcação a mercado é ainda mais importante. Afinal, ela permite que cada cotista receba o valor justo pela sua participação. Isso é possível porque, como você já sabe, o mecanismo evita a transferência de riquezas entre os investidores.

E as desvantagens?

Ao mesmo tempo em que tem pontos positivos, a marcação a mercado apresenta certas desvantagens. A primeira é que ela evidencia oscilações nos preços — o que pode fazer com que você fique apreensivo quanto a eventuais perdas.

Em relação a esses prejuízos, vale lembrar que eles se concretizarão se você resgatar um investimento em um momento de desvalorização do ativo, título ou cota. Portanto, mesmo na renda fixa podem ocorrer perdas no resgate antecipado, em função dessa atualização contínua dos preços.

Marcação a mercado e Tesouro Direto: qual a ligação?

Ao considerar a marcação a mercado, é comum pensar sobre a relação desse mecanismo com os títulos do Tesouro Direto. Na prática, o funcionamento ocorre de forma igual à dinâmica dos títulos privados de renda fixa, conforme o tipo de rentabilidade.

Para o Tesouro Prefixado, a marcação a mercado depende diretamente da Selic. Se a perspectiva for de abertura da curva de juros — ou seja, de aumento da taxa —, o título já existente se desvaloriza, pois pagará um valor menor que os novos títulos emitidos.

Já o Tesouro IPCA depende tanto da Selic quanto do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a medida de inflação. Com o aumento da inflação, a Selic também pode aumentar, o que desvaloriza os títulos existentes.

Tesouro Selic, por sua vez, é o título pós-fixado — que já rende de acordo com a taxa de juros da economia. Embora ele também seja marcado a mercado, sua antecipação não gera prejuízos, já que o retorno é diário e depende do resultado da Selic, de qualquer forma.

A relação entre marcação a mercado e Tesouro Direto é relevante porque os títulos públicos têm liquidez diária. Assim, você deve saber que o Tesouro Selic é o mais seguro para resgates antes do prazo. Já os outros títulos têm maior risco de perda em retiradas antes do vencimento.

Exemplo de marcação a mercado

Agora que você compreende melhor o funcionamento e o princípio da marcação a mercado, vale a pena considerar um exemplo para visualizar o processo. Como referência, vamos utilizar títulos fictícios do Tesouro Direto, mas taxas reais do mercado nos períodos.

Considere que, em 2019, um investidor decidiu aplicar R$ 2 mil em um título do Tesouro Prefixado, com uma taxa de 5% ao ano e vencimento em 2023. No ano seguinte, em decorrência da pandemia da Covid-19, a Selic foi ajustada e chegou à mínima histórica de 2% ao ano, em agosto de 2020.

Nesse momento, o investidor tinha um título com rendimento de 5% ao ano, em um momento em que a Selic era menos da metade desse valor. Logo, a tendência é que os novos títulos, emitidos a partir da queda da Selic, rendessem menos.

Como consequência, quem tinha um título com retorno maior se beneficiou, pois o interesse do mercado por ele aumentou. Então nesse período, pela marcação a mercado, o Tesouro Prefixado de 5% ao ano se valorizou e passou a ser negociado acima do preço de compra.

Agora, considere o que aconteceu na sequência. A partir de 2021, o COPOM começou a subir a taxa Selic, até que ela alcançasse 13,25% ao ano, em junho de 2022.

Logo, os títulos emitidos a partir desse período pagavam mais. O Tesouro Selic, por exemplo, poderia render os mesmos 13,25% ao ano, em caso de manutenção da taxa. Como consequência, os novos títulos prefixados também tiveram um retorno maior.

Nessa situação, o preço do título prefixado de 2023 sofreu efeitos da marcação a mercado para baixo. Como ele rende menos que os novos títulos, a demanda dos investidores caiu. Logo, a marcação a mercado ajustou o preço diário para baixo.

Impactos sobre os resultados

Nesse exemplo, você pode tirar duas conclusões. A primeira é que, se o investidor tivesse antecipado o título em agosto de 2020, ele obteria ganhos que poderiam ser até maiores que a rentabilidade inicialmente contratada.

A segunda conclusão é que uma antecipação do título em maio de 2022 encontraria a aplicação desvalorizada. Logo, o resgate antecipado poderia fazer com que o investidor sofresse prejuízos — mesmo esse sendo um título de renda fixa. Afinal, a rentabilidade só é garantida no vencimento.

Marcação a mercado x Marcação na curva: qual a diferença?

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Conhecendo o que é e qual é o princípio da marcação a mercado, pode acontecer de você se deparar com o termo marcação a curva. Por isso, é importante saber que os termos marcação a mercado e marcação na curva não são sinônimos e representam cenários diferentes.

Enquanto a marcação a mercado prevê a atualização diária dos preços dos ativos, títulos e cotas de fundos, a marcação na curva não envolve esse movimento. Nesse sentido, o investimento é corrigido apenas pela taxa acordada, no caso dos títulos de renda fixa.

E quais são as consequências da marcação na curva? Por um lado, ela não prevê perdas decorrentes de uma antecipação, por exemplo. Porém, também não é possível explorar eventuais valorizações.

A marcação a curva já foi utilizada para definir os preços das cotas de fundos, mas foi substituída em 2002. Porém, ainda é possível utilizá-la para entender como o seu patrimônio evolui, considerando que os títulos sejam levados até o vencimento.

Perguntas Frequentes sobre Marcação a Mercado

Para consolidar de vez seus conhecimentos sobre a marcação a mercado, vale a pena conhecer as respostas para perguntas que são bem comuns sobre esse assunto.

Confira!

Qual é o principal objetivo da marcação a mercado?

A função principal da marcação a mercado é trazer para valor presente os preços de ativos, títulos e cotas de fundos. Assim, é possível saber o quanto vale o seu investimento se você optar por resgatá-lo antecipadamente, por exemplo.

Como evitar problemas com a marcação a mercado?

Para evitar prejuízos causados pela marcação a mercado na renda fixa, o ideal é manter os investimentos até o vencimento. Sobre os fundos de investimento, é preciso ter atenção aos preços divulgados diariamente para definir quando pode valer a pena vender ou resgatar suas cotas.

Por que saber sobre marcação a mercado?

A marcação a mercado incide sobre os diversos investimentos disponíveis e, com isso, ela pode influenciar diretamente o resultado da sua carteira. Ao entender como essa dinâmica funciona, você sabe como evitar possíveis perdas e aproveitar ganhos, além de manter a tranquilidade diante de oscilações.

Conclusão

Agora você aprendeu o que é a marcação a mercado, como ela funciona e qual é o objetivo desse mecanismo. Para que você possa usufruir desse instrumento da melhor forma, é essencial ter cuidado na hora de definir sua estratégia de investimentos e planejar as operações, em busca dos seus objetivos financeiros!


Créditos: https://www.btgpactualdigital.com/como-investir/artigos/investimentos/marcacao-a-mercado-o-que-e-como-funciona-e-vantagens

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A Kira Investimentos é uma empresa de agentes autônomos de investimento contratada pelo Banco BTG Pactual e devidamente registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na forma da Instrução Normativa nº 497/11. A Kira Investimentos atua no mercado financeiro através do Banco BTG Pactual, o que pode ser verificado através do site da CVM, da ANCORD ou do próprio BTG Pactual. Na forma da legislação da CVM, o agente autônomo de investimento não pode administrar ou gerir o patrimônio de investidores. O agente autônomo é um intermediário e depende da autorização prévia do cliente para realizar operações no mercado financeiro, as informações contidas neste site não contemplam de maneira alguma recomendação de compra ou de aplicação em investimentos. O investimento em ações é um investimento de risco e rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Na realização de operações com derivativos existe a possibilidade de perdas superiores aos valores investidos, podendo resultar em significativas perdas patrimoniais. Toda e qualquer comunicação realizada em ambiente online está sujeita à interrupções e/ou atrasos, podendo impossibilitar o envio de ordens ou recebimento de informações atualizadas. A Kira Investimentos se exime de toda e qualquer responsabilidade sobre a falha de serviços disponibilizados por terceiros. Para informações e dúvidas, favor contatar seu agente de investimentos. Para reclamações, favor contatar a Ouvidoria do Banco BTG Pactual pelo telefone 0800-722-0048.

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